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Bordão do Zezinho Melo na hora do gol É Fogooo! É Fogooo! É Fogooo!/Rádio Difusora.

Bordão do Deise Leite no momento do gol /Guardoooou! Guardoooou! /Rádio FM 106.5.

Bordão do SGT Gelton no Lance do Gol/ Emocionoooou! Emocionoooou!/FM 106.5.

Bordão do Paulo Roberto na largada do gol/ É Goooool É Goooool!/Rádio Difusora.

Na capital acriana só tem duas emissoras de Rádio que transmitem futebol FM 106.5 e DIFUSORA.  A emoção do gool pode acabar não só aqui, mas em alguns Estados do país. Francisco Noveletto é um dos vice Presidentes da CBF e ele achou engraçada a idéia que saiu da cabeça do todo enrolado Andrés Sanchez Presidente do Corinthians, para que a partir de 2020 as rádios pague para transmitir os jogos das séries A/B/C/D e campeonatos regionais e que esse dinheiro vá para o cofre dos clubes. Quer dizer o Andrés Sanchez é acusado de ter construído a Arena Corinthians com dinheiro público, e quer tirar de quem não tem nada para oferecer e vive em dificuldades, as emissoras de Rádio.

O Acre tem 8 Deputados Federais e 2 Senadores em Brasília Marcio Bittar e Sergio Petecão. Nenhum se manifestou até o momento.

COMPROU A BRIGA

Jorge Kajuru dono de 1.557.415 votos em Goiás, hoje o Senador mais atuante e respeitado em Brasília comprou a briga. Ele chamou a responsabilidade para si, porque ele sabe onde o sapato aperta, ele sabe onde dói, é Cronista Esportivo dos bons e sabe das dificuldades que narradores, comentaristas e repórteres enfrentam para sobreviver. Kajuru já tem audiência marcada com o Presidente Jair Bolsonaro para barrar o projeto.

Fim do futebol no rádio? Kajuru se revolta, marca audiência com Bolsonaro e detona Andrés: ‘É um lixo não-reciclável’

Senador e Cronista Esportivo Jorge Kajuru 

“Este é um assunto no qual faço questão de entrar… E entrar na ferida dele, até o fim!”. Foi desta forma que o senador Jorge Kajuru (CIDADANIA-GO) iniciou uma franca e contundente entrevista exclusiva ao Grupo Jovem. Em uma conversa de quase 20 minutos com Wanderley Nogueira e Flavio Prado, o jornalista e hoje político abriu o coração e prometeu lutar até o fim contra uma possível mudança que, se aprovada, significará o fim do rádio esportivo como conhecemos hoje no Brasil.

A polêmica modificação já está em discussão e ganhou visibilidade com uma recente entrevista de Andrés Sanchez. O presidente do Corinthians questionou o atual número de veículos de comunicação presentes na cobertura de jogos de futebol e fortaleceu um projeto que já existia dentro da Confederação Brasileira de Futebol (CBF): o de passar a cobrar também das emissoras de rádio direitos de transmissão de competições nacionais.

“Eu estou falando pela minha cabeça e por mim: no ano que vem, só vai transmitir quem pagar, e está absolutamente certo. Tem que ser como na Copa do Mundo. Eu estou acelerando para que isso seja implementado já no ano que vem, e posso dizer que o movimento se acelerou após a entrevista do Andrés. Ele que está puxando, mas já existem outros presidentes que são favoráveis”, afirmou Francisco Novelletto, vice-presidente da CBF, em entrevista ao site GaúchaZH.

Jorge Kajuru, no entanto, prometeu agir contra esse movimento. E já até marcou uma audiência com o presidente Jair Bolsonaro. “O tema é ridículo. Já não é a primeira vez que este assunto ganha mídia, e eu não consigo entender”, afirmou, em entrevista exclusiva à Jovem Pan. “Eu comecei a procurar os meus colegas senadores desde segunda-feira e já obtive 43 assinaturas. Tenho certeza de que conseguirei mais. Com essas assinaturas, formatei um requerimento para entregar ao presidente da República, com quem já marquei uma audiência, para que ele entre neste assunto. Também enviei um requerimento a Paulo Tonet, presidente da ABERT (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV) e vice-presidente da Rede Globo, mostrando a importância do rádio, o que o rádio é para o futebol”.

“O rádio começou com o futebol quando? Quando o futebol começou! A importância do rádio é insofismável e, cada vez mais, a profissão de jornalista no rádio, do radialista, está vivendo momentos difíceis. Não tem cabimento esse vice-presidente da CBF, que está morrendo de medo da CPI do Esporte e toda hora manda recados para mim, dizendo que ‘essa CBF é diferente da outra’, dizer que é igual Copa do Mundo… Que comparação chumbrega! Querer comparar venda de direitos de transmissão de um evento que ocorre a cada quatro anos no mundo, que movimenta bilhões de dólares, com Campeonato Brasileiro… Querer cobrar Séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro e Estaduais com o intuito exclusivo de enriquecer ainda mais as federações em sua maioria corruptas, essas que recebem mensalinho? São elas que estão forçando a CBF para que o rádio pague direitos de transmissão”, disparou.

“Pelo que apurei, não tenho a menor dúvida: foram as federações que se juntaram e foram fazer esse pedido para o presidente da CBF. O vice-presidente concordou na hora, e foram especialmente as federações de fora do eixo Rio-São Paulo. As federações de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pará… Essas vieram inclusive a Brasília e, quando souberam do meu requerimento, tentaram convencer senadores para que eles não assinassem”, revelou.

Comentários da Equipe Gaúcha ZH.

A relação entre a CBF e os veículos de imprensa poderá apresentar uma modificação significativa a partir do ano que vem. Uma ideia, que já vinha sendo discutida internamente, ganhou visibilidade após a entrevista do presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, após o jogo contra o Grêmio, no último sábado (6), na Arena.

Os valores ainda não foram colocados em discussão, mas a idéia é cobrar não apenas de emissoras de rádio tradicionais, mas também de webrádios, portais, blogs.

— Os clubes precisam de dinheiro. O dinheiro iria para a CBF, que repassaria para os clubes. É o tal negócio: quem tem competência fica. Lá em São Paulo, existem 50, 60 pessoas participando de uma entrevista, e a maioria não tem compromisso com o que diz. Se a TV paga, por que os demais veículos não podem pagar? — questiona o dirigente.

A idéia de cobrar por direitos de transmissão não deverá ficar restrita às competições organizadas pela CBF e poderá chegar aos campeonatos estaduais. No caso dos estaduais, cada federação vai definir os seus critérios — revela Novelletto. Fonte e Foto: Gaúcha ZH

OPINIÃO DOS CRONISTAS ESPORTIVOS ACREANOS

 

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